Ir direto ao conteúdo
CampogallinaGuia editorial de geografia política
Meus favoritos

Institucional

Sobre o Campogallina

Um guia editorial independente sobre países, territórios, fronteiras e reconhecimento internacional, para leitores que querem entender o mapa sem simplificações.

Atualizado em

O Campogallina nasceu de uma constatação simples: quase todo material disponível sobre geografia política oscila entre a lista decorativa de capitais e o texto acadêmico impenetrável. No meio, falta o que este projeto tenta ser: um guia que explique como o mundo está politicamente organizado, com precisão suficiente para servir de referência e clareza suficiente para ser lido do começo ao fim.

Somos um projeto editorial independente. Não temos vínculo com governos, partidos, organismos internacionais, universidades ou empresas do setor de viagens. Nenhum guia é encomendado, patrocinado ou revisado por terceiros interessados no assunto tratado.

O que você encontra aqui

O acervo trata de um recorte específico: a organização política do espaço. Isso inclui os Estados soberanos e o reconhecimento entre eles, os territórios que dependem de outro Estado, as regiões que têm poderes próprios dentro de um Estado, as fronteiras terrestres e marítimas, as ilhas e os arquipélagos, e as áreas cujo status é objeto de disputa.

Cada guia segue a mesma estrutura: uma abertura que situa o problema, o contexto geográfico, o contexto político ou jurídico quando o assunto exige, um bloco de conceitos, exemplos concretos com números, um recurso visual, uma seção sobre as exceções e os casos limite, a lista de fontes consultadas e as datas de publicação e de última revisão. O acervo está organizado em doze categorias, sete temáticas e cinco continentais, e conta com um glossário de termos técnicos.

O que você não encontra

  • Rankings e curiosidades. Não fazemos listas de países mais bonitos, mais perigosos ou mais ricos. Esse tipo de conteúdo não ensina geografia.
  • Posições diplomáticas. Em qualquer área contestada, descrevemos as posições das partes e o que consta em documentos internacionais, sem escolher um lado. Isso está detalhado na política de neutralidade.
  • Aconselhamento. Nada aqui serve como orientação jurídica, consular, migratória ou de viagem. Documentos oficiais e órgãos competentes são a fonte para essas finalidades.
  • Notícias. Não cobrimos acontecimentos do dia. Quando um fato novo altera o conteúdo de um guia, o guia é revisado e a data de atualização muda.

Para quem escrevemos

O leitor que temos em mente é curioso e exigente: estudantes de ensino médio e de graduação, professores preparando aula, jornalistas que precisam checar a terminologia correta de um território, tradutores, viajantes que gostam de entender o lugar antes de chegar, e pessoas que acompanharam uma notícia internacional e ficaram com a impressão de que faltava contexto. Escrevemos supondo interesse, não conhecimento prévio.

O nome

Campogallina reúne duas palavras de origem italiana, campo e gallina, e não designa nenhum lugar específico. A escolha foi deliberada: um nome sem bandeira, sem região de origem e sem carga política, adequado a um projeto que trata de territórios disputados e precisa começar cada assunto de um ponto neutro. O símbolo da marca, um C recortado em madeira, remete às placas de sinalização e aos marcos de fronteira, que são o objeto mais concreto de tudo o que discutimos aqui.

Quem faz

Os guias são assinados pela Redação Campogallina, que responde coletivamente por pesquisa, redação, verificação e revisão. Trabalhamos assim porque cada texto passa por mais de uma etapa antes de ser publicado, e porque o compromisso com o que está escrito é do projeto, não de um autor isolado. A organização desse trabalho está descrita em quem escreve e na política editorial.

Compromissos com quem lê

  1. Indicar as fontes de cada guia, com endereço, para que qualquer afirmação possa ser conferida.
  2. Mostrar as datas de publicação e de revisão em todos os textos.
  3. Descrever disputas territoriais pelas posições em jogo, sem adotar nenhuma.
  4. Corrigir erros de forma visível, explicando o que mudou, conforme a página de correções.
  5. Usar apenas recursos visuais de produção própria ou de uso comprovadamente livre, como explicado em fontes e metodologia.
  6. Não pedir cadastro nem coletar dados pessoais para dar acesso ao conteúdo, conforme a política de privacidade.

Falar com a redação

Dúvidas, sugestões de tema, apontamento de imprecisões e pedidos de esclarecimento podem ser enviados para [email protected]. Se o assunto for um erro em um guia publicado, o caminho mais rápido é a página de correções, que explica quais informações ajudam a resolver o caso em uma única troca de mensagens.